Procure as crenças positivas ao seu redor

Oi pessoal! Eu fiz esse post como complemento ao vídeo “Como você cria sua realidade — 1/3: crenças”. Se você ainda não assistiu, clique aqui.

A gente tende a ter uma visão pessimista do mundo e da vida até que decidimos mudar. Mesmo quando começamos a trabalhar com crenças, podemos ter a impressão de que só existem crenças negativas à nossa volta.

Mas as positivas existem e em abundância se nos permitirmos ver e se nos permitirmos procurar por elas.

Eu tenho uma prima que é artista. Desde criança, ela sempre tinha uma folha de papel e ao menos um lápis e milhares de ideias em prontidão. Mas tinha uma coisa que era especialmente cativante para mim: o jeito que Lara via o mundo.

Era incrível como as coisas que aconteciam à nossa volta eram um mundo à parte para Lara. Podíamos todos na família estar vendo uma coisa potencialmente triste ou desanimadora, e daí Lara chegava e girava as coisas de um jeito imaginativo e, principalmente, engraçado. Era impressionante como ela conseguia ver as coisas de um jeito bem-humorado e cômico (muitas das quais posteriormente viravam doodles ou histórias em quadrinhos).

Há vários anos, não me lembro exatamente qual foi a ocasião, pensei: eu quero ver o mundo do jeito que a Lara vê o mundo!

Eu quero ver o colorido, eu quero ver o engraçado, eu quero ver o fantástico, eu quero ver o imaginativo!

Por que?

Porque eu quero me sentir bem. Porque eu adoro quando ela vem e fala as coisas do jeito dela que completamente mudam o que está acontecendo na minha cabeça para melhor.

Porque eu quero viver mais nesse mundo que ela pinta que no mundo que os jornais, mídias e mundo em geral tentam me vender.

Então eu comecei a propositalmente exercitar ver as coisas do jeito que a Lara veria. Principalmente me perguntando “como isso poderia ser engraçado?”. E pouco a pouco eu fui conseguindo. Eu descobri um mundo completamente novo e maravilhoso. E eu descobri que à medida que eu via as coisas dessa forma, mais coisas à minha volta mudavam para melhor: as interações que eu tinha, as coisas que eu assistia, as coisas que me sugeriam, as coisas que eu via na rua, as histórias que apareciam na minha vida, as pessoas que gravitavam até mim e eu até elas.

À época, eu não sabia nada de crenças. Mas o que eu estava fazendo era mudando crenças que eu tinha — como “o mundo é um lugar péssimo” — para crenças que eu realmente queria ter — como “o mundo é um lugar ótimo, cheio de belezas, amor, gentileza, humor e criatividade!”.

Quando eu percebi que isso deu certo, o mundo virou um buffet de crenças positivas que eu poderia escolher. Em todo e qualquer lugar você as encontra, depois que aprende a procurar. Toda santa pessoa nesse mundo tem alguma coisa que ela vê diferente de você para melhor — no sentido de para mais positivo.

Procure!

O que você está fazendo vai muito além de simplesmente se sentir bem. E também não é se tornar Pollyanna.  O que você está fazendo é físico.

Como vou explicar mais nos vídeos das próximas semanas, você cria sua realidade.

A forma como você vê as coisas estrutura as pessoas, circunstâncias e eventos que vêm até você, e determina a forma que você responde a elas.

Vamos para uma analogia. Pense em uma TV a cabo. A qualquer momento, existem centenas de programas aos quais você pode assistir. Cada canal tem seu programa específico. Você pode estar assistindo à TNT, onde está passando um filme de terror. Ao mesmo tempo, no entanto, pode estar passando Corrida Maluca no Tooncast ou Friends na Warner. Se você quiser assistir a um desses outros programas, você precisa mudar de canal. Você não vai conseguir assistir Friends ou Corrida Maluca na TNT.

Da mesma forma, as suas crenças são como os canais. Mudando o canal, ou mudando a sua crença, o programa — ou a sua realidade — muda junto.

A pergunta que você tem que se perguntar sempre é: “em que mundo eu quero viver?” e “quem eu quero ser?”. E isso é mais literal do que eu possa explicar. Esse mundo, e esse você, vão aparecer.

Preste mais atenção ao senhor que passou assoviando do seu lado na rua; à pessoa dançando como se ninguém estivesse assistindo; ao “bom dia!” bem humorado que você ouviu ontem; à garota que quando fala, todo mundo para para ouvir; às pessoas que estão vivendo a vida que você quer viver. Pense “no que elas estão acreditando que eu não estou?.  Aprenda com elas. Procure identificar quais bloquinhos de Lego elas estão usando. Todos nós somos professores uns para os outros de alguma maneira.

Escolha o seu mundo. Ele existe!

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